sábado, 3 de novembro de 2007

NÃO SEI MAIS O QUE É CERTO

Não sei mais o que é certo!
Já perdi o que é senso,disfarçando o amor secreto em transparente sentimento!
Advogo o direito de meus desejos selvagens instintos – ah! poder libertar, seus desejos em meus beijos, navegando em seu corpo - me aprofundar! Não sei mais o que é certo! Queimo em velhas cicatrizes, preso a compromisso incompleto sempre esperando por tempos felizes! Com ela me faço homem prisioneiro liberto da dor, saciado de sede e fome trajetória própria de um sonhador! Nem vou procurar saber o que é certo, descobri-me um bandeirante, de um tempo chamado amor!

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