sexta-feira, 10 de outubro de 2008

PERDOE ME.

Se hoje sou apenas silêncio, e calo a palavra, com a alma sombria,
E o meu olhar foge do seu, para que você não veja a lágrima teimosa.
Perdoe-me, se hoje meus braços fraquejaram, e o abraço não foi tão forte.
Perdoe-me, se hoje o sorriso fugiu do meu rosto,
E não estive tão presente,
E fiz da ausência e do silencio uma defesa dos meus sentimentos,
Na tentativa de não confessar,
De que hoje sou eu,
Que precisa da palavra certa,
Do olhar de carinho,
E do abraço forte.
Perdoe-me,
Se hoje sou eu quem precisa de você.


Texto extraído da internet sem mençaõ ao autor.

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