domingo, 22 de julho de 2012


“Restou uma dor profunda,
mas poética. Estou cega, ou
quase isso: tenho uma visão
embaraçada do que aconteceu.
É algo que estimula minha
autocomiseração. Uma
inexistência que machucava,
mas ninguém morreu. É um
velório sem defunto. Eu era
daquele homem, ele era meu, e
não era amor, então era o
que?”

Martha Medeiros

Um comentário:

Sônia/Curitiba disse...

LINDO,ADORO MARTA MEDEIROS.
BJSSS